PRevisões para 2015



Este ano foi bastante movimentado para o Fala Mais, RP!, e ficará para sempre na nossa lembrança. Não apenas porque foi nele que iniciamos nosso projeto e comemoramos os 100 anos da da profissão, mas também porque vimos muitas ações de RP ganharem visibilidade.

Analisando um pouco mais atenciosamente os acontecimentos, tiramos nossa bola de cristal da gaveta e apresentamos nossas previsões para 2015:


1. Presença online torna-se regra

Se foram os tempos em que um anúncio no jornal era suficiente para alcançar bons resultados e satisfazer os clientes. Com as ferramentas digitais mais do que nunca ao nosso alcance, não é mais um luxo fazer parte disso, mas sim uma exigência. Estabelecer ações integradas e construir conteúdos exclusivos nesse meio pode se tornar uma ação que atinge os clientes de forma significativa e orientada.


4. Marisa Carstens


“RP não é mais apenas pegar o telefone e falar sobre a marca que você está representando. É realmente uma abordagem integrada”.
Marisa Carstens – VP da Text100 Global Communications.





2. Tecnologia e marketing digital

O contexto RPTech está apenas começando a se revelar, mas não há dúvida de que é um grande caminho para a evolução da indústria de RP. Isso porque a tecnologia permite infinitas possibilidades ao profissional e ela não para de evoluir.

A questão de otimização e resultados, tornou-se importantíssima para entender os públicos, realizar e quantificar ações, entre outros. Utilizando disso, o RP vai oferecer à indústria um roteiro necessário para a compreensão de todas as mudanças que estão ocorrendo no cenário em questão.


3. Brian Cohen

“A tecnologia foi parte do “boom” em nosso universo, e nós nos perguntávamos quando ela chegaria ao mundo das relações públicas. Estou ansioso para ver a indústria aproveitando a tecnologia e criando sua própria plataforma poderosa”.

Brian Cohen – Chairman da NYC Angels.




3. Conteúdo visual

Com o fortalecimento das mídias digitais, o marketing de conteúdo já faz parte do cotiano do Relações Públicas. Sabendo que 90% de informação transmitida ao cérebro é visual, cada vez mais o profissional precisa entender de estética para entregar ao público um conteúdo agradável, além de útil.

Esse tipo de conteúdo é absorvido mais rapidamente, aumenta a possibilidade de mídia espontânea e facilita o compartilhamento por chamar muito mais atenção de quem o está recebendo. Não importa se é em forma de imagem ou de video, aposte no visual.


4. Internacionalização

Dentro desse cenário, é de se esperar que cada vez mais as empresas apostem na sua internacionalização. Com a quebra de fronteiras, campanhas tendem a não serem mais regionais, e sim, globais.  Pense nisso quando for realizar o planejamento da instituição que trabalha, principalmente se ela for de grande porte.



5. Marketing e RP se tornam melhores amigos

Como RP trabalha em conjunto com todos os outros departamentos (administração, marketing, publicidade, rh, etc.), ele quem vai definir os caminhos para todas as linhas avançarem rumo ao sucesso.

Seja relacionamento, conteúdo, mídia ou análise de dados, somente o RP consegue alinhar esses esforços. Vamos continuar a tomar a frente de histórias e mensagens que posicionam a empresa de maneira positiva, e, mais do que isso, teremos a oportunidade de informar diretamente à direção, ao marketing e aos publicitários sobre o que os clientes estão dizendo, fazendo e pensando sobre produtos e serviços.


5. Peter Himler

“Você não pode mais contar com a bondade de um jornalista para conduzir sua campanha de comunicação. Você precisa construir o sua pegada digital usando outras maneiras – marketing de conteúdo, bylines, em conjunto e mídia espontânea”.
Peter Himler – CEO da Flatiron Communications.




6. Ênfase em pessoas e relacionamentos

Os desafios e as oportunidades da mídia social dentro das organizações continuarão a evoluir, mas em 2015 vamos ver marcas valorizando muito mais o cultivo de relacionamentos em prol do "megafone" social. Para criar uma estratégia social que alinhe os objetivos de negócios, é preciso lembrar que as pessoas estão no centro de tudo. No final das contas, tudo é relacionamento. E vamos tirar de letra, afinal, relacionamento é o nosso nome do meio.


7. Valor está nas métricas

Finalmente a indústria de RP vai deixar de trabalhar com métricas não mensuráveis para trabalhar com dados concretos, que realmente comprovam resultados. O Analytics será abraçado como o elo que fornece insights sobre o que está funcionando, como testar, e onde podemos otimizar campanhas e conteúdos futuros.

Com um empurrãozinho das métricas vai ser mais fácil mostrar para o mundo dos negócios que RP é um investimento, e não um gasto. Em outras palavras: RP vai se deixar de ser um custo, e passará a ser um lucro.

Somando tudo isso, o futuro das Relações Públicas nunca foi tão brilhante. No entanto, ainda é de extrema importância que todos nós trabalhemos para transformar  isso em realidade, além de continuarmos a exigir excelência ao abraçarmos tais mudanças.


9. Trace Cohen Launch.it

“Cada indústria e cada cliente tem diferentes tipos de métricas. Às vezes é um jogo de números, mas há outras coisas que você poderia medir”.
Trace Cohen – Presidente da Launch.it.





8. Não apenas comunique, seja!

De nada adianta comunicar algo que não esteja enraizado no comportamento da instituição. Com o fácil acesso a dados, os consumidores não engolem qualquer informação passada. É necessário que haja uma preocupar com o comportamento da empresa tanto online como offline.


2. Ray Kotcher


“As ações da empresa são tão importantes, se não mais, do que palavras”.
Ray Kotcher – Chairman da Ketchum PR.



Lembramos que além de previsões, podemos considerar como 8 dicas para iniciar este novo ciclo - mais oportunidades de sucesso aos RPs. E é claro, sintam-se à vontade para contribuir com seus insights.


Desejamos a todos um 2015 muito produtivo! :)



Fontes: AirPR e PR News Wire


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